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sexta-feira, 15 de março de 2013

Aranhas cospem veneno. Você sabia?

Aranhas cospem veneno para capturar suas presas

Algumas espécies de aranhas que vivem em florestas brasileiras usam a seguinte estratégia: chegam devagarinho com suas oito pernas e rapidamente cospem uma gosma sobre sua vítima, que fica paralisada pelo grude.
As aranhas que lançam veneno sobre suas presas são chamadas cuspideiras. O que sai de sua boca é uma mistura de veneno com um tipo de cola natural transparente, que deixa a vítima com dificuldades de se locomover. Tendo o seu alvo paralisado, a cuspuideira se aproxima, pica, injeta mais veneno e, então, começa a se alimentar.
As aranhas cuspideiras vivem escondidas sob troncos de árvores caídos e abrigos diversos no solo das matas. Passam o dia em repouso, mas, à noite, estão ativas para caçar. Seu cardápio inclui uma variedade de insetos não muito grandes e, até mesmo, outras aranhas, algumas delas consideradas perigosas para o ser humano. è o caso da aranha-marrom, que pode provocar ferimentos graves em uma pessoa que seja picada por ela.
O veneno da aranha cuspideira, por sua vez, é inofensivo para os seres humanos. Assim, podemos considerá-la nossa aliada, uma vez que ela age no controle de outros animais, como a aranha-marrom, que podem ser perigosos para o ser humano.

Fonte:
Revista Ciência Hoje das Crianças, pág. 19, 
Nº 222. Abril de 2011.
Texto (adaptado) de Rodrigo Hirata Willemart, 
Escola de Artes, Ciências e Humanidades
Universidade de São Paulo.

Inventário de aranhas

Inventário de aranhas


"O Museu de História Natural de Nova York está fazendo um inventário mundial de aranhas com a participação de 16 centros de pesquisa de 9 países, inclusive duas do Brasil - o Instituto Butantan e o Museu Paraense Emílio Goeldi. A iniciativa, que pode parecer estranha a princípio, tem grande importância. Uma vez que muitos grupos desses animais têm uma distribuição geográfica restrita, as espécies são consideradas excelentes indicadores de biodiversidade. Isso significa que elas poderão ser usadas, no futuro, para a delimitação das áreas importantes para a conservação. A América do Sul é a região mais rica em variedades de aranhas. Das mais de 5 mil mil espécies existentes no mundo, apenas 200 já foram devidamente estudadas."

Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 17

quinta-feira, 14 de março de 2013

Aranhas e suas teias

Aranhas podem ser benéficas ao homem

É muito comum pensarmos na aranha como animal peçonhento, agressivo e perigoso. Isto acontece principalmente quando nos lembramos daqueles filmes de terror ou suspense que a apresentam dessa forma. Embora existam espécies de aranhas que são peçonhentas, venenosas e que até atacam, a grande maioria delas não causam grandes problemas ao ser humano, no máximo uma irritação no local do ataque.
Mas as aranhas também podem trazer benefícios ao humanos. Ao se alimentarem de insetos, elas controlam essas populações impedindo que eles se proliferem prejudicando o meio ambiente. Também a sua teia tem sido objeto de estudo. Por ser muito resistente, as possibilidades de utilização poderiam ser muitas. O que dificulta é a quantidade.
Texto de: Cristina Faganelli Braun Seixas

Fonte: Uol Educação
Disponível em :http://educacao.uol.com.br/biologia/ult1698u37.jhtm
Acesso em: 17/10/09
Clicando no link você verá a matéria na íntegra.

Aranhas

Você sabia?

"A cópula das aranhas é muitas vezes um momento de risco para o macho. Na maioria das vezes ele é menor e pode ser devorado pela fêmea. Alguns machos atraem as fêmeas para fora de suas teias, fazendo-lhes a corte. Outros embrulham insetos, que são cedidos para as fêmeas. Enquanto elas devoram o inseto, os machos realizam a cópula.
As aranhas são capazes de suportar invernos rigorosos, mantendo-se relativamente ativas, mas algumas, como as aranhas de alçapão, hibernam fechando suas tocas com uma "porta" de fios de seda.
Todas as aranhas têm veneno e capacidade de picar, o que é diferente é o efeito que o veneno produz nos diversos animais. Quando matam um inseto, elas despejam sobre ele seus sucos digestivos e depois chupam o material nutritivo digerido de dentro do exoesqueleto."


Fonte:
Ciências - O Meio Ambiente - 5ª série, página 122.
Carlos Barros e Wilson Paulino
Editora Ática, São Paulo, 1999.